Greve na Ufma deve continuar
Estiveram presentes 43 professores, de todos os cursos de graduação do CCSST: Enfermagem, Engenharia de Alimentos, Jornalismo, Ciências Contábeis, Pedagogia, Direito, Licenciatura em Ciências Humanas e Licenciatura em Ciências Naturais. A imensa maioria votou a favor da proposta de continuar a mobilização, em greve.
Os professores entendem que não há por que retornar às atividades agora, uma vez que as reivindicações ainda não foram atendidas pelo Governo Federal nos seus pontos principais, que são: a instituição de um plano de carreira docente e a reestruturação da Universidade, com aporte de recursos financeiros, materiais, humanos e apoio às políticas de ensino, pesquisa e extensão. Todos entendem que a universidade brasileira passa por um processo de sucateamento e expansão desordenada, para atender às exigências do Reuni.
Os presentes registraram ainda que as negociações não devem ter como data-limite para término o dia 31 de agosto, quando o Governo Federal enviará para o Congresso Nacional a proposta de Lei Orçamentária.
A luta não é apenas por salário, mas por melhores condições de trabalho no âmbito da universidade brasileira, portanto, o dia 31 de agosto deve ser tomado como um momento de se repensarem novas estratégias para a luta dos docentes, numa frente posterior, que deve ser o Congresso Nacional.
A luta não é apenas por salário, mas por melhores condições de trabalho no âmbito da universidade brasileira, portanto, o dia 31 de agosto deve ser tomado como um momento de se repensarem novas estratégias para a luta dos docentes, numa frente posterior, que deve ser o Congresso Nacional.
Por fim, todos entendem que o movimento de greve dos professores universitários é histórico e, ao contrário do que dizem as notícias, tem se revelado muito forte e conseguido pressionar o governo, deputados, senadores e entidades ligadas à universidade, como a SBPC e a Andifes.
Recuar agora seria uma demonstração de fraqueza e falta de convicção dos docentes quanto ao que realmente querem: uma carreira digna e uma universidade como local adequado de trabalho e consecução de projetos de vida, de ciência e de educação.
Recuar agora seria uma demonstração de fraqueza e falta de convicção dos docentes quanto ao que realmente querem: uma carreira digna e uma universidade como local adequado de trabalho e consecução de projetos de vida, de ciência e de educação.
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