quinta-feira, 5 de junho de 2014

MANIFESTO, PROFESSORES E ESTUDANTES DA UFMA NAS RUAS DE IMPERATRIZ 04\06...

1 Ato unificado entre os Professores Municipais e Universitários de Imperatriz. "A nossa luta unificou, é estudante, funcionário e professor". O movimento Reage UFMA já está 57 dias em greve na UFMA de imperatriz e até o momento o que há é o silencio das autoridades. E tudo indica que dia 12 de Junho tem mais...

Confira nosso Blog http://reageufmaitz.blogspot.com.br/2014/06/reitor-da-ufma-responde-o-ministerio.html

http://reageufmaitz.blogspot.com.br/2014/06/entenda-greve-estudantil-da-ufma-campi.html










Reitor da UFMA responde o Ministério Público Federal sob pressão dos estudantes

Na quarta-feira (4), os representantes dos cursos paralisados foram até o Ministério Público Federal (MPF), núcleo de Imperatriz, para obter informações sobre o andamento das providências tomadas pelo Procurador da República, Guilherme Virgílio. Os estudantes presentes receberam a confirmação de que a Administração Superior da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) entregou, na segunda-feira (2), a documentação requisitada pelo MPF, que já está sendo analisada pelo Procurador.

No dia 13 de maio, Guilherme Virgíliodepois de ouvir o posicionamento da direção dos campi, determinou que a Reitoria no prazo de 10 (dez) dias úteis, apresentasse os dados e explicações referentes às reivindicações dos acadêmicos dos campi (Avançado e Centro). A ordem do Procurador da República se deu em virtude da entrega da Carta-Denúncia, elaborada pelo movimento de estudantes em greve instaurado há mais de 60 dias.

Não satisfeita com o prazo de 10 dias dado pelo MPF, a Reitoria solicitou mais 15 (quinze) dias úteis para apresentar as informações. Mas, por entender que as reivindicações implicaram na instauração de um movimento de greve, mediante realizações de assembleias pelo corpo discente, resultando na ocupação de ambas as sedes do Campus Imperatriz, o órgão concedeu apenas 5 (cinco) dias úteis à Reitoria.

O Procurador da República, Guilherme Virgílio, disse aos representantes do movimento que “todas as informações entregues pela Universidade já estão sendo analisadas e que diante disso, pretende propor uma Ação Civil Pública e que para isso será necessário o acolhimento de alguns depoimentos de alunos e professores para completar as provas, o que vai levar um bom tempo”, afirmou.

Mesmo com a entrega da documentação da Reitoria ao MPF e com a garantia do Procurador da República em ser breve com a proposição da Ação Civil Pública, os acadêmicos dos cursos de Comunicação Social- Jornalismo, Engenharia de Alimentos e Licenciatura em Ciências Humanas decidiram em assembleia pela permanência da greve até que sejam tomadas as providências para solucionar os problemas. E que as medidas sejam satisfatórias e concretas para a melhoria das condições de instalação, ensino, pesquisa e extensão na UFMA.

Esse posicionamento é resultado da insatisfação da comunidade acadêmica com as atitudes da Administração Superior, principalmente no período de greve.

Confira os dados requisitados pelo MPF

  • Os critérios que determinam o valor orçamentário de 150 mil repassados para o Campus, tendo em vista a necessidade de manutenção dos nove cursos;
·         Se os cargos que formam o quadro de pessoal administrativo da UFMA de professores e técnicos nos campi são suficientes e quais são os eventuais concursos em tramitação e/ou em vias de iniciação para suprir a necessidade da demanda de alunos;

·          Informações sobre pendente conclusão das Casas do Estudante e dos Restaurantes Universitários em cada uma das unidades dos campi, como também a possibilidade de subsídio das refeições;

·         Qual a justificativa para insuficiência de bolsas oferecidas pela instituição, tendo em vista, que a quantidade de bolsas oferecidas pela mesma, não supre a demanda de alunos devidamente matriculados que, é de 2.634;

·         Requisição de todos os laudos de vistorias realizadas nas duas unidades;

·         Quais as medidas estão sendo tomadas para sanar problemas das estruturas físicas da Universidade;

·         Prazo para conclusão da perfuração e início do funcionamento de poço de água nas duas unidades, como também a previsão da construção das áreas de vivência;
  
Entenda a greve no post anterior.

Entenda a greve estudantil da UFMA CAMPI CENTRO E BOM JESUS













Os acadêmicos de 6 cursos (Comunicação Social – Jornalismo, Enfermagem, Engenharia de Alimentos, Pedagogia, Licenciatura em Ciências Humanas (LCH) e Naturais (LCN) iniciaram a greve no Campus Avançado (Bom Jesus) no dia 8 de abril com manifestações, ocupação do campus, atividades culturais e, posteriormente no Campus Centro, uma vez que as reivindicações de ambos são uníssonas.

As problemáticas como a falta de professores no quadro dos cursos, a não conclusão da perfuração dos poços para que seja feita o abastecimento eficaz de água nos campi, a precariedade das estruturas física das unidades, os laboratórios sem capacidade para serem utilizados, a demora na instalação do Restaurante Universitário e/ou subsídio de 70% da alimentação, a demora para construção da Casa do Estudante como também a insuficiência de bolsas para quantidades de alunos, são os reais motivos que colocam em risco a qualidade do ensino público e por não serem atendidos resultou na deflagração da greve.

Após várias reuniões desmarcadas pela administração da UFMA, foi realizada, no dia 15 de maio, uma reunião da comissão enviada pela reitoria apenas com professores e coordenadores – o que causou estranhamento, pois o movimento estava sendo realizado pelos acadêmicos.

No mesmo dia, os estudantes foram surpreendidos com a chegada de oficiais de justiça trazendo mandados de reintegração de posse dos dois campi: a UFMA recorreu à Justiça Federal para obrigar os alunos a desocuparem a universidade. Uma ação tida como extremamente autoritária mediante a falta de qualquer diálogo ou contato da reitoria com os grevistas.

No dia 16 de maio, após a desocupação, realizada pacificamente e antes do prazo estipulado, a comissão (composta pelo Procurador da UFMA, José Rinaldo; o Assessor de Planejamento Acadêmico, João de Deus; o Prefeito de campus, Guilherme de Abreu; a Pró-Reitora de Assuntos Educacionais, Cinidalva Texeira e a Assessora de Comunicação, Francisca Ester de Sá) se reuniu com os alunos grevistas e após seis horas e meia de reunião, vários prazos foram estipulados e promessas foram realizadas.


O movimento avaliou a reunião como insatisfatória, pois os acordos impostos pela comissão não condizem com a realidade dos Campi de Imperatriz. E, até agora, problemas emergenciais como a falta de água nos campi ainda não foram sanados, o que seriam resolvidos caso houvesse a conclusão da perfuração dos poços artesianos. O que se vê é a tentativa de maquiar a realidade da Universidade.

terça-feira, 3 de junho de 2014

PROTESTO nas Ruas de Imperatriz dia 04 de Junho as 15 horas - "A Educação Clama"

ATENÇÃO ACADÊMICOS DA UFMA
Vamos atender ao chamado do STEEI (SINDICATO DOS PROFESSORES) para a realização de uma grande manifestação nesta quarta-feira, 04 de junho, na Praça Brasil, a partir das 15h00. Essa é uma boa oportunidade para os estudantes da UFMA (CAMPI Centro e Bom Jesus) – que estão impedidos, por força de liminar, a se manifestarem dentro e nas proximidades da universidade – a somarem forças com os professores em greve e levar as bandeiras/reivindicações do #REAGEUFMA.

TODOS AMANHÃ NA PRAÇA BRASIL POR EDUCAÇÃO DE QUALIDADE E PROFISSIONAIS RESPEITADOS!

Correção* Movimento Reage UFMA, pois o DCE atual não faz parte desse movimento estudantil.


segunda-feira, 2 de junho de 2014

Cine Debate! " O Preço da Copa".

Você quer saber o preço da copa? você quer saber a opinião dos brasileiros e estrangeiros sobre o Mundial no Brasil? 

Então venha debater conosco, hoje dia 03 de junho será exibido dois filmes no auditório da UFMA centro que promovem essa discussão sobre a Copa do Mundo. 

Estamos esperando!





Movimento Reage UFMA

terça-feira, 13 de maio de 2014

NOTA DE ESCLARECIMENTO, 13/05/2014


Após 34 dias de greve, os ESTUDANTES do Movimento ‪#‎ReageUFMA‬Imperatriz ocuparam a Direção do CCSST campus Centro. A ocupação é uma resposta a toda a intransigência e autoritarismo da administração superior da UFMA, que se nega a sentar com representantes do movimento para negociar a pauta de reivindicações. 

Somente na semana passada, duas reuniões entre uma suposta comitiva de representantes da administração superior da UFMA divulgadas até mesmo pela direção de centro, em rede de televisão, não aconteceram, sem que ao menos fossem dadas justificativas aos estudantes, o que gerou mais revolta e indignação por parte de centenas de estudantes. A paciência acabou. 

Todas as salas administrativas foram lacradas, documentos foram levados pela diretoria e as chaves das salas permaneceram em seu devido local - a ocupação se deu de maneira pacifica e ordeira.
 
Lamentamos profundamente que alguns estudantes ainda não tenham a compreensão da importância e a dimensão do que representa essa greve para o movimento estudantil de Imperatriz, e se prestaram agir de maneira desrespeitosa ao rasgar nossos cartazes. Não coadunamos com esse tipo de prática dentro do movimento #ReageUFMA. Estamos a todos esses dias de greve e nenhuma ação do tipo (vandalismo, provocações, etc) foram registradas. Ainda temos informações que dão conta de um registro de Boletim de Ocorrência por parte desses estudantes que são contra o movimento. Lamentamos não ver tal disposição para lutar por uma universidade de qualidade. 

Todxs estudamos em uma Universidade de faz de conta, onde a Assistência Estudantil nos é negada, a estrutura física do prédio já foi condenada pelos bombeiros, falta acessibilidade nos campi, internet de qualidade, uma biblioteca decente, além da falta de professores, problemas comuns a todos os cursos e que esses sim, atrasam a formação dos estudantes. 

É importante deixar claro que não estamos brincando de fazer Greve e/ou ocupar a diretoria do Campus. Historicamente, a greve é um instrumento legítimo de manifestação, que chegou a ser proibido nos tempos da ditadura militar. Greves e ocupações são utilizadas pelo movimento, pois a chance de se conquistar vitórias e avanços na qualidade do ensino da educação pública se reduzem se feitas de modo isolado e sem ação direta.

A reitoria já conhece nossas reivindicações, tem clareza da força do movimento mas se restringe a tentar nos ignorar. 

Prezamos pelo fortalecimento do movimento #ReageUFMA e que o mesmo deva sempre prezar pelo coletivo, organizado para enfrentar uma administração superior que se nega a ouvir nossas reivindicações.

Nos manteremos na luta até que a administração superior desta Universidade nos respeite e sente pra dialogar com o movimento. Temos demandas urgentes e nossas energias estão canalizadas para resistir até o fim

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Repercussão nas mídias #6

Cadeirante diz ser impedido de usar elevador na UFMA de Imperatriz

Em vídeo, Evandro Santos sobe lances de escada carregado por colegas. Segundo aluno, direção se nega a liberar chaves de elevador.

O cadeirante Evandro Santos, de 28 anos, aluno do curso de Ciências Humanas da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), disse que está sendo impedido pela direção do Campus Centro, em Imperatriz, de usar o elevador do prédio em que estuda.
A informação foi enviada ao VC no G1 pelo estudante Paulo Henrique Sousa. Ele acredita que o motivo do impedimento seja a participação do cadeirante no comando da greve por melhores condições de ensino e estrutura, promovida por alunos dos cursos de comunicação social, biblioteconomia e ciências humanas, em Imperatriz, desde o fim do mês de abril.
"O nosso querido estudante Evandro Fernandes, aluno da Universidade Federal do Maranhão, teve seu direito de ir e vir interrompido pela universidade pelo fato de ser um dos grevistas", escreve Paulo.
Depoimento
Os estudantes fizeram um vídeo no qual Evandro faz um depoimento sobre o assunto e mostram o sufoco que é carregá-lo pelas escadas até o corredor onde ficam as salas de aula (veja o vídeo acima).

"Meu nome é Evandro Fernandes, eu tô na frente do Comando de Greve na UFMA e eu fui procurar agora a chave do elevador que eu utilizo aqui no Campus Centro e, lá na reitoria, a direção informou que eu não podia mais usar o elevador a não ser com um requerimento, com um ofício especial pra eu pegar a chave", conta o cadeirante.
Segundo Evandro, a administração do prédio se nega a liberar as chaves do elevador sem a apresentação de um requerimento ou ofício.
"Tá aqui. Eu preciso da chave, mas não me deram a chave porque precisa de uma documentação toda. Agora eu vou ter que subir lá em cima sem o elevador. Vou subir pelas escadas porque a direção não me dá a chave. A galera vai filmar agora a gente subindo em cima lá. Vamo lá, galera. Ajuda aqui", pede o estudante.
Após três lances de escada, Evandro chega ao corredor com a ajuda dos colegas e continua o depoimento. "Eu poderia ter subido pelo elevador. Mas, mais uma vez, a direção não me dá a chave, a não ser com um documento oficial. Eu sempre tive acesso à chave, mas agora, depois da paralisação, eles estão tirando o meu direito de ir e vir", reclama.
Nota da redação: O G1 entrou em contato com a assessoria de comunicação do Campus de Imperatriz, mas as ligações não foram atendidas. Já a assessoria do Campus de São Luís disse que está sabendo da denúncia, mas explicou que o assuto não é de competência do Campus de São Luís, esclarecendo que todos os prédio da universidade, na capital maranhense, têm acessibilidade garantida por meio de rampas.
Paulo Henrique SousaInternauta, São Luís, MA

Cadeirante diz ser impedido de usar elevador na UFMA de Imperatriz

O cadeirante Evandro Santos, de 28 anos, aluno do curso de Ciências Humanas da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), disse que está sendo impedido pela direção do Campus Centro, em Imperatriz, de usar o elevador do prédio em que estuda.
A informação foi enviada ao VC no G1 pelo estudante Paulo Henrique Sousa. Ele acredita que o motivo do impedimento seja a participação do cadeirante no comando da greve por melhores condições de ensino e estrutura, promovida por alunos dos cursos de comunicação social, biblioteconomia e ciências humanas, em Imperatriz, desde o fim do mês de abril.
"O nosso querido estudante Evandro Fernandes, aluno da Universidade Federal do Maranhão, teve seu direito de ir e vir interrompido pela universidade pelo fato de ser um dos grevistas", escreve Paulo.
Depoimento
Os estudantes fizeram um vídeo no qual Evandro faz um depoimento sobre o assunto e mostram o sufoco que é carregá-lo pelas escadas até o corredor onde ficam as salas de aula (veja o vídeo acima).
"Meu nome é Evandro Fernandes, eu tô na frente do Comando de Greve na UFMA e eu fui procurar agora a chave do elevador que eu utilizo aqui no Campus Centro e, lá na reitoria, a direção informou que eu não podia mais usar o elevador a não ser com um requerimento, com um ofício especial pra eu pegar a chave", conta o cadeirante.
Segundo Evandro, a administração do prédio se nega a liberar as chaves do elevador sem a apresentação de um requerimento ou ofício.
"Tá aqui. Eu preciso da chave, mas não me deram a chave porque precisa de uma documentação toda. Agora eu vou ter que subir lá em cima sem o elevador. Vou subir pelas escadas porque a direção não me dá a chave. A galera vai filmar agora a gente subindo em cima lá. Vamo lá, galera. Ajuda aqui", pede o estudante.
Após três lances de escada, Evandro chega ao corredor com a ajuda dos colegas e continua o depoimento. "Eu poderia ter subido pelo elevador. Mas, mais uma vez, a direção não me dá a chave, a não ser com um documento oficial. Eu sempre tive acesso à chave, mas agora, depois da paralisação, eles estão tirando o meu direito de ir e vir", reclama.
Nota da redação: O G1 entrou em contato com a assessoria de comunicação do Campus de Imperatriz, mas as ligações não foram atendidas. Já a assessoria do Campus de São Luís disse que está sabendo da denúncia, mas explicou que o assuto não é de competência do Campus de São Luís, esclarecendo que todos os prédio da universidade, na capital maranhense, têm acessibilidade garantida por meio de rampas.

Cadeirante é impedido de usar o elevador da UFMA - Imperatriz

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Repercussão nas mídias #5

UFMA: alunos de Imperatriz realizam protesto em São Luís

Os alunos querem melhorias na estrutura física, mais professores e assistência estudantil.
Imirante Imperatriz
Os alunos entraram na sala no momento da fala do reitor da UFMA. (Foto: Divulgação / Mídia Ninja)
SÃO LUÍS – Alunos da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), campus de Imperatriz, realizaram um protesto durante o I Encontro Regional Nordeste do Fórum Nacional de Pró-reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis, que ocorre na Cidade Universitária, em São Luís. O reitor da UFMA, Natalino Sagado, estava presente no evento.
Os acadêmicos, que estão em greve desde o dia 8 deste abril, aproveitaram o encontro para protestar e mostrar a situação da universidade em Imperatriz. Eles solicitam mais professores, laboratórios, melhorias na estrutura física dos campi na cidade, assim com um restaurante universitário e assistência estudantil.
Segundo o estudante de Licenciatura em Ciência Humanas, Carlos Lucena, durante a manifestação os alunos chamaram a atenção para as pautas como: estrutura do campus, incentivo a pesquisa e extensão e acervo bibliográfico.
“Nós não temos livros atualizados. Alguns cursos têm livros, mas estão trancados em São Luís”, afirmou Carlos. No ato, os pró-reitores presentes no evento demonstraram apoio aos alunos, embora o reitor da UFMA não tenha se posicionado sobre o caso.
Acompanhando os alunos do Campus Bom Jesus, os acadêmicos do Campus Centro também aderiram à greve no fim do mês passado, com a mesma pauta de solicitações: melhorias na estrutura física e do corpo docente.

terça-feira, 6 de maio de 2014

COMUNICADO #ReageUFMA

COMUNICADO

Os Centros Acadêmicos dos Cursos de Comunicação Social – Jornalismo, Pedagogia, Licenciatura em Ciências Humanas e estudantes organizados do Curso de Direito da UFMA Campus Centro – Imperatriz, todos, regularmente matriculados na instituição, vem muito respeitosamente APRESENTAR À SOCIEDADE AS SEGUINTES PAUTAS DO MOVIMENTO ESTUDANTIL REAGE UFMA:

Pautas gerais e estruturais

1.    Acessibilidade em todos os espaços do campus;
2.    Revitalização do auditório, deixando-o em plenas condições de uso e acessibilidade, com a substituição de mobiliários e equipamentos de som e vídeo, bem como sua ampliação;
3.    Informatização da biblioteca;
4.    Abertura do Processo Licitatório para reprografia e lanchonete;
5.    Reforma e Ampliação do laboratório de informática;
6.    Aumento da velocidade da internet banda-larga (WIFI), bem como aumento de pontos de sinais de internet sem fio para atender todas as áreas do campus;
7.    Criação da área de vivência;
8.    Criação da casa do estudante dentro ou nas proximidades do campus;
9.    Reestruturação do estacionamento, com a criação de uma saída para melhor organização do fluxo de veículos e de pessoas;
10. Aumento do quadro de funcionário da segurança;
11. Manutenção dos equipamentos em sala de aula (ar-condicionados e projetores).

Pautas gerais e educacionais

12. Aumento do quadro de professores efetivos em todos os cursos;
13. Aumento e melhoria do acervo bibliográfico;
14. Assistência estudantil:
14.1.            Criação de Restaurante Universitário;
14.2.            Ampliação do número de beneficiários e adequação do valor de bolsas – permanência à realidade de Imperatriz;
14.3.            Criação da casa do estudante dentro ou nas proximidades do campus;
14.4.            Ampliação do número de bolsas de pesquisa e extensão no campus;

Pautas específicas
Do curso de Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo

15. Reestruturação dos laboratórios de telejornalismo e radiojornalismo;
16. Aquisição de mais câmeras para o laboratório de fotojornalismo;
17. Internet estável e de qualidade para o laboratório de webjornalismo;
18. Aquisição de equipamento para impressão de jornal laboratório (Jornal Arrocha)

Do curso de Licenciatura em Ciências Humanas

19. Implantação de um laboratório didático-pedagógico;
20. Aquisição de livros específicos ao curso, inclusive os enviados para a catalogação em São Luís e ainda não devolvidos ao campus;
21. Rever a proposta interdisciplinar do curso, uma vez que tais estão deixado a desejar em sua real efetivação.

Do curso de Licenciatura em Pedagogia

22. Manutenção e ampliação da brinquedoteca do curso (implementada pelos alunos em parceria com a coordenação);
23. Implantação da sala de leitura.

Dos acadêmicos organizados do curso de Bacharelado em Direito

24. Substituição, em caráter de urgência, do Professor que se encontra ministrando a disciplina de Sociologia Geral para a turma do período do curso supracitado, uma vez que o referido Professor não tem conseguido ministrar aula devido ao acúmulo de funções.
25. Inclusão de professores que estão pendentes na grade regular do primeiro período do curso. As disciplinas são: Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico.
26. A substituição das lâmpadas que estão queimadas e o conserto do data show da sala em uso.

27. A construção do Núcleo de Práticas Jurídicas com mobília completa (mesas, cadeiras, aparelhos de refrigeração de ar e computadores), com capacidade de abrigar, no mínimo, 15 pessoas de maneira confortável. Além disso, requere-se também a disponibilidade de um professor orientador exclusivo para o Núcleo, para que assim, os estudantes tenham possibilidade de prestar atendimento à população de maneira digna e eficaz.

Atenciosamente.


Movimento Estudantil Reage UFMA


Imperatriz 07, Maio de 2014

Programação, quarta feira dia 07 de Maio 2014, #ReageUFMA

O Movimento Reage UFMA tem a honra de convidar você a se juntar  nossa luta. Venha lutar por uma educação de qualidade, por assediabilidade, por melhorias no sistema de ensino. Estamos com nossas atividades acadêmicas paralisadas e gostaríamos da presença de cada um de vocês que sonham com melhorias na educação. Amanhã dia 07 de Maio de 2014 durante todo o dia estaremos com atividades nas dependências do Campus Centro, as 09 da manhã mutirão de limpeza, as 10 horas reuniões das comissões, 14 horas uma grande Mesa Redonda discutindo "os movimentos sociais, direito a greve ou paralisação".

 E finalizando com uma grande ASSEMBLÉIA GERAL DOS ESTUDANTES DA UFMA IMPERATRIZ CAMPUS CENTRO, Referente ao descaso do governo federal e da reitoria em relação à assistência estudantil, acessibilidade e infraestrutura da Universidade Federal do Maranhão, que gerou a paralisação estudantil que ocorre desde o último dia 24/04. O comando de greve e mobilização estudantil convoca a segunda assembleia geral dos estudantes da UFMA Imperatriz do Campus Centro para o próximo dia 07/05 (quarta-feira), no auditório do campus centro, com o início da primeira chamada às 18:30, com as seguintes pautas:


*INFORMES

*AVALIAÇÃO DA PARALISAÇÃO

*ENCAMINHAMENTOS


Seja você também convidado para nossa programação de quarta feira dia 07 de maio de 2014 na Universidade Federal do Maranhão. "Tudo pode acontecer, a luta é que vai dizer" 


Atenciosamente Movimento Reage UFMA


                                                                                        Imperatriz Maranhão, 06 de Maio de 2014

Movimento Reage UFMA - "Mini Curso de ASCOM"

#ReageUFMA 

Hoje dia 06/05/2014 às 15:30 horas na Universidade Federal do Maranhão Campus Centro Ocorreu um mini curso de Assessoria de Comunicação ministrado por Luciana Souza Reino, professora Mestra em Estudo de Linguagens pela UFMS.


Estiveram presentes alunos devidamente matriculados, que democraticamente estão ocupando o espaço universitário.
 Lista de Presença “Mini curso Ascom"
                             
1 RUAN CARLOS MOTA FERREIRA - Jornalismo 2° período
2 CAMILA SARAIVA MASCARENHAS - Jornalismo 3° período
3 YASMIN DE SOUSA DA SILVA - Jornalismo 3° período
4 THAYNÁ DA SILVA FREIRE - Jornalismo 1° período
5 ANTÔNIA MARTINS DOS REIS - Jornalismo 1° período
6 SAMIA S. MULKY - Jornalismo 5° período
7 RAYANE VIANA DE SALES -  Jornalismo 2° período
8 LAURA GLOPINSKI ZACIA -  Jornalismo 2° período
9 ISABEL MARIA LIMA SOUSA - Jornalismo 2° período
10 RAVINNY DE SOUSA ALMEIDA -  Jornalismo 2° período
11 RAFAEL MENDONÇA PESTANA - Jornalismo ° período
12 BRENDA RAYNARA DE S. COSTA -  Jornalismo 2° período
13 SUELBE GOMES DOS SANTOS - Jornalismo 2° período
14 THAYS DOS SANTOS NASCIMENTO - Jornalismo 2° período
15 MÁXIMA DOS SANTOS SILVA -  Jornalismo 2° período
16 JULIANA VICENTE - Jornalismo 1° período
17 RAILSON DE ANDRADE CARVALHO -
18 JULIE ANNE DOS REIS PAZ - Jornalismo 1° período
19 EVANDRO P. FERNANDES  - LCH 2° período
20 RENNAN RIOS MARQUES - Jornalismo 1° período
21 GABRIELA OLIVEIRA - Jornalismo 1° período
22 TERESA DE LISIEUX - Jornalismo 1° período
23 ASARIAS SOUSA SILVA - Jornalismo 2° período 
24 MORGANA A. SOUSA - Jornalismo 1° período
25 NEROILTON JÚNIOR - Jornalismo 1° período
26 JACIANE BARREIRA OLIVEIRA - Jornalismo 1° período
27 EUSEBIO COUTINHO - Jornalismo 1° período
28 LANNA LUIZA - Jornalismo 7° período
29 KELLY SARAIVA - Jornalismo ° período
30 PEDRO MAIA - Jornalismo 2° período
31 MÔNICA DIAS - Jornalismo 4° período
32 JOSÉ CARLOS SILVA DE ALMEIDA - Jornalismo 2° período



Imperatriz 06 de maio de 2014.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Entrevista de Marcos Fábio falando sobre a "Greve Estudantil"

Diretor da UFMA em entrevista ao Prorama Imperatriz Acontece, apresentados por Arimatéia Júnior da TV Record, causa "ira" dos estudantes em greve há mais de um mês e resolvem fazer vídeos respostas à colocações ditas no programa. Assistam o vídeo na integra da entrivistas e os vídos respostas na coluna lateral do blog.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Repercussão nas mídias #4

UFMA: estudantes do campus Centro discutem intensificação de greve

Em um encontro chamado Assembleia Estudantil realizado no início da noite de ontem (24), alunos da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Centro, discutiram sobre as problemáticas do campus e o apoio à greve do Bom Jesus.
Como resultado, uma reunião hoje (24), será realizada entre os cursos de Comunicação Social (Jornalismo) e Licenciatura de Ciências Humanas (LCH) – que apoiaram a causa - para consolidar os rumos da paralisação.
Antes da assembleia, no início da tarde, os acadêmicos do curso de Jornalismo, promoveram um grupo de discussão, onde foram relatadas as problemáticas do recém criado Curso de Medicina e a explicação do movimento estudantil sobre a Reforma Universitária (REUNI).

Os alunos trataram do REUNI e o curso de medicina

Para a caloura de Medicina Olivia Teixeira, a maior dificuldade está na hora de conseguir informação por parte dos funcionários, que muitas vezes agem de má fé
"Um grande problema da UFMA Imperatriz é a falta de comunicação dos funcionários. Eu, particularmente, encontrei dificuldade em saber sobre a assistência estudantil, porque a funcionária nem sequer quis saber sobre meu problema", reclama.

Os alunos espalharam pelo campus frases de protesto.

A jornalista graduada pela UFMA Imperatriz, Juliana Carvalho, relatou sobre as conquistas no campus e a importância do movimento estudantil para melhoria no campus.
"Temos um prédio de Comunicação porque lutamos para conquista-lo. Temos que continuar lutando por uma universidade melhor, com ensino de qualidade e professores mais capacitados", advertiu.

"Temos que continuar lutando por uma universidade melhor, com ensino de qualidade e professores mais capacitados", diz jornalista

Ações de protesto
Durante toda a tarde, os alunos fizeram cartazes com frases de protestos para chamar a atenção de outros acadêmicos sobre a causa da luta, e usaram de uma pequena estrutura de som para convidá-los, durante toda a ação, para a assembleia.

Durante toda a tarde, os alunos fizeram cartazes com frases de protestos

À noite, os alunos dos cursos de Direito, Pedagogia, Licenciatura em Ciências Humanas (LCH), Comunicação Social(Jornalismo) e Ciências Contábeis, usaram da assembleia para relatar os problemas particular de cada curso, repercutindo pelas pautas gerais e discutindo ações para resolver os problemas.